terça-feira, 3 de maio de 2016

Sem prestação de serviço clientes do Banco do Brasil em Uruará (PA) se revoltam

Por Joabe Reis & Cirineu Santos
Banco do Brasil deixa centenas de clientes sem atendimento há quase 1 ano no município de Uruará (PA)
A agência do banco do Brasil no município de Uruará (PA) está fechada desde o dia 10 de junho de 2015 quando houve um assalto na agência, após vários meses fechado o banco passou a oferecer atendimento bastante limitado, no setor interno e disponibilizou alguns caixas eletrônicos para o cliente fazer operações como saques e depósitos, mas nada que pudesse satisfazer o grande número de pessoas que precisam utilizar os serviços do Banco do Brasil, vários momentos de revoltas já foram protagonizados. 
Nesta terça-feira, 03, mais uma vez houve grande revolta quando a agência ficou cheia de clientes na área externa, dezenas de pessoas, inclusive idosos, procuraram o atendimento nos caixas eletrônicos, para fazer movimentação financeira, como saque, e acabaram não conseguindo, como foi o caso da cliente Lucinésia Gomes dos Santos, “Horrível a situação em que se encontra o Banco do Brasil em Uruará, onde nunca tem dinheiro nestes caixas eletrônicos! A gente enfrenta fila e os funcionários vêm dizer que não tem dinheiro e manda todo mundo ir para casa. Uma falta de respeito”, desabafou.
Os aposentados enfrentam grandes dificuldades como destacou a aposentada Valceniza Costa. “Já são três dias que venho aqui e a situação é a mesma. Hoje eu cansei de ficar na fila e não tem caixa funcionando! Todo mês enfrento o mesmo problema para tirar minha aposentadoria, venho ao Banco do Brasil não tem dinheiro, vou para os Correios e é a mesma coisa. Não agüentamos mais! Cadê as autoridades que não fazem nada?”, falou.
Quem vem da zona rural, o prejuízo ainda é maior, como contou Valdemir Santiago da Silva da vicinal 155 Sul. “Passamos até fome por falta de atendimento. Estamos há três dias tentando sacar dinheiro e não tem. Deixamos nossos animais, nossas coisa no lote e não sabemos o que fazer. Até quando?” indagou o agricultor.

O Banco do Brasil ainda não se manifestou sobre os problemas apresentados.

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